Bíblia - Comparar Versões

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Comparando as Versões

As versões escolhidas para comparação foram:
selecionado King James Atualizada
selecionado 1848 - Almeida Antiga

O Livro selecionado foi:
selecionado Naum (NA)

Capítulo: 3

King James Atualizada

[1] Ai da grande e sanguinária cidade, toda cheia de engano, mentiras, roubos e crimes; que abocanha a sua presa e não a solta mais!

[2] Eis o estalo dos açoites ecoando por toda a terra, o barulho assustador das rodas, o galope dos cavalos de batalha, e o sacudir dos carros militares!

[3] Cavaleiros que esporeiam, a espada flamejante, o relampear das lanças e a multidão dos traspassados, um mar de cadáveres, mortos sem fim; pessoas feridas tropeçando sobre gente e mais gente morta.

[4] E tudo isso por quê? Por causa da grande prostituição da bela e encantadora meretriz, da mestra das feitiçarias, que vendia os povos mediante sua sedução e lábios fraudulentos, e assim escravizou nações.

[5] ´Por tudo isso, eis que Eu me posiciono contra ti!` Afirma Yahweh, o SENHOR dos Exércitos; ´vou erguer o teu vestido até a altura do teu rosto, a fim de expor às nações a vergonha da tua nudez, e te humilhar diante dos reinos da terra!

[6] Eu mesmo lançarei sobre ti imundícias, te tratarei com total ignomínia; e farei de ti um espetáculo, um exemplo para todos.

[7] Todos os que te virem fugirão exclamando: ´Ah! Nínive está arrasada! Quem terá compaixão dela?` E de onde trarei consoladores para ti?`

[8] Por acaso és melhor que No Amon, cidade do deus Amon,Tebas, que vivia à beira do Nilo, cercada de belas águas, tendo o mar como defesa e suas águas como muralhas?

[9] Cush, a poderosa Etiópia, e o Egito formavam sua fonte inesgotável de força; Pute e a Líbia estavam entre os seus aliados.

[10] Contudo, a grande cidade foi sequestrada, foi tomada e levada para o cativeiro; todas as suas crianças também foram esquartejadas. Lançaram sortes para decidir o destino dos seus nobres; todos aqueles que até então eram poderosos, foram acorrentados como animais.

[11] Tu, de igual modo, serás embriagada; ficarás em oculto a fim de buscar algum refúgio e fugir do inimigo.

[12] Todas as tuas fortalezas serão como figueiras com figos novos; quando sacudidos, caem na boca faminta.

[13] Observa bem as tuas tropas: pobres, não passam de mulheres! Os teus portões estão escancarados para os teus inimigos; o fogo devorou as tuas trancas e fechaduras.

[14] Tira água para o tempo de sequidão do cerco militar! Reforça as tuas fortalezas; entra na lama, amassa o barro, pega a forma para fazer tijolos!

[15] Eis que o fogo te consumirá ali; e o fio da espada haverá de te exterminar; a espada te devorará como o gafanhoto devastador. Multiplica-te como os gafanhotos devastadores, multiplica-te como os gafanhotos migradores!

[16] Multiplicaste teus comerciantes mais do que as estrelas do céu; o gafanhoto devastador estende as asas e sai voando.

[17] Teus príncipes são como os gafanhotos migradores, e teus oficiais e soldados, como exames de outros gafanhotos que se acampam junto às muralhas nos dias de frio; quando chega o sol, voam, sem que ninguém saiba para onde foram.

[18] Ó rei da Assíria, teus governantes adormecem; teus nobres repousam, teu povo está espalhado pelos montes, sem que ninguém os pastoreie e ajunte.

[19] Não há cura para a tua chaga; a tua ferida é de morte! Todos os que forem informados sobre o que aconteceu contigo haverão de aplaudir a tua queda; pois, quem não tem sofrido por causa da tua malignidade e crueldade sem limites?

1848 - Almeida Antiga

[1] AI da cidade de sangue, que toda está cheia de mentiras e rapina: o roubo não cessa.

[2] Ali ha o soido do açoute, e o estrondo do movimento das rodas: e os cavallos atropelão, e os carros saltando vão.

[3] O cavalleiro levanta assim a espada flameante, como a lança relampagueante, e ali haverá multidão de mortos, e grande multidão de corpos defuntos, nem será fim dos corpos; tropeçar-se-ha em seus corpos:

[4] Pela multidão das fornicações da fornicadora mui graciosa, da mestra das feitiçarias, que vendeo os povos com suas fornicações, e as gerações com suas feitiçarias.

[5] Eis que eu, diz Jehovah dos exercitos, a ti venho, e descobrirei tuas fraldas sobre tua face, e a as Gentes mostrarei tua nueza, e aos Reinos tua vergonha.

[6] E sobre ti lançarei cousas abominaveis, e te envergonharei, e te porei como espelho.

[7] E será, que todos os que te virem, fugirão de ti, e dirão: Ninive está destruida, quem terá compaixão della? d`onde te buscarei consoladores?

[8] Es tu melhor que a povoada Nó, situada em os rios? que tem aguas ao redor? cujo muro dianteiro he o mar, sua muralha he de mar.

[9] Ethiopia e Egypto erão sua fortaleza, e não havia fim: Put e Lybia estavão para tua ajuda.

[10] Todavia andou presa em cativeiro, tambem seus filhos são despedaçados na cabeça de todas as praças, e sobre seus honrados lançárão sortes, e todos seus Grandes fórão encerrados em grilhões.

[11] Tambem tu estarás bebada, te esconderás, tambem buscarás huma fortaleza por causa do inimigo.

[12] Todas tuas fortalezas são figueiras com figos temporãos, se se sacudem, cahem na boca do que os quer comer.

[13] Eis que teu povo em meio de ti tornar-se-ha em mulheres: as portas de tua terra abrindo se abrirão a teus inimigos: o fogo consumirá teus ferrolhos.

[14] Tira-te aguas para o cerco, fortifica tuas fortalezas, entra no lodo, e massa o barro, refaze o forno dos ladrilhos.

[15] O fogo ali te consumirá: a espada te desarraigará, te comerá como o pulgão, multiplica-te como gafanhotos.

[16] Multiplicas-te teus mercadores mais que as estrellas do ceo, o pulgão dará assalto, e voará.

[17] Teus coroados são como gafanhotos, e teus majoraes da guerra como os pulgões grandes, que se assentão nas paredes de seve em os dias de frio: em subindo o sol voão, assim que não se conheça seu lugar, aonde estivérão.

[18] Teus pastores tosquenejarão, ó Rei de Assyria, teus illustres deitar-sehão, teu povo largamente se estenderá pelos montes, e ninguem o ajuntará.

[19] Não ha cura para tua quebradura, tua plaga he dolorosa: todos os que ouvirem a fama de ti, baterão as palmas das mãos sobre ti: porque sobre quem não passou tua malicia de contino *

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